Foi no Ceará, mas podia ter sido em outro lugar

4 comentários:

Fernanda Hummel disse...

Já era de se esperar um texto como esse vindo de você. Confesso, não fiquei surpresa mas pensativa.

Ainda tenho dúvidas qual personagem eu escolheria mas acho que seria a da caipirinha... não lembro o nome... contra fatos não há argumentos: a divisão de classes existe e não vai mudar, o que podemos fazer é sermos cada vez melhores como seres humanos para que esta diferença se torne ao menos um pouco menor e suportável... pois com amor e respeito se vai longe !!!! Te adoro viu...

amalucena disse...

Oi querida,
É muito bom. Bom demais! E veja bem,nada de protecionismos ou coisas que tais. Escrever é simples assim: ou você passa emoção ou não passa. E olha moça, você passa muita sensibilidade e emoção mesmo. Faça qualquer coisa na vida, menos parar de escrever. Há um universo borbulhando aí dentro e pedindo para sair, para vir contar pra gente tudo que sabe. Benvinda ao grupo dos que vivem com "um olho no padre e o outro na missa", esse povo meio atento e meio alheio, que gosta de dividir o que sente com o papel, seja ele real ou virtual.A melhor personagem? Todas são muito boas. Talvez eu goste mais da moça que toma banho de "biqueira" com o marido. Ela tem uma alegria solta de gente jovem, gente que acredita que é feliz.
Beijão. Te quero muito.

Robby Freitas disse...

Amiga!
Que linda experiência!
Não ouvi sobre etimentalismos, não! Você escreve sobre sentimentos e, principalmente sobre pessoas.
Não deixe de escrever. Mas não pela escrita, ou pela perfeita colocação das palavras... mas nunca deixe de escrever assim! Com a alma...
Você é realmente um Estrela. Que prazer tê-la conhecido.
Espero poder ser um brilhinho nessa imensidão de luzes que é seu universo.
Xero Linda.

Anzol disse...

Ah, Paula!
E eu que a encontrei sonolenta, e agora percebo, que não fora pelo cansaço, mas sim devido a vivência de uma nova experiência que lhe rasgara a alma e a fez aprofundar-se cada vez mais no humano.
Errei por pouco! Imaginei e disse que você era modelo. E é. Escritora Modelo.
Adorei a produção textual sobre Jericoacara. Você tem estilo e sensibilidade poética. Depois vou voltar e devorar as outras produções, posto "Foi no Ceará..." é reportagem viva de um contidiano de efetiva valorização da vida.
Outro tópico importante está na abordagem explicativa para a religiosidade da populcação sofrida.
Você tem fôlego.
Cheiros.